sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Amazonas discute parcerias econômicas com Paquistão

O coordenador da equipe de transição do Governo do Estado e vice-governador eleito, José Melo, recebeu na quinta-feira (25), o embaixador do Paquistão, Alamgir Babar, no Palácio Rio Negro. Na pauta, discusão sobre possíveis parcerias econômicas entre o Amazonas e o Paquistão. O embaixador estará em visita a Manaus até o próximo dia 28 com o objetivo de promover negócios e estreitar relações comerciais entre ambas as partes.

Durante o encontro, Melo deixou claro que o Amazonas encontra-se aberto a novas iniciativas e ações conjuntas que tragam benefícios à economia e população do Estado. “O Paquistão tem grandes necessidades dos produtos manufaturados aqui produzidos, como os das áreas alimentícia, madeireira, mobiliária e de biocombustíveis, os quais podem atender a esta demanda”, pontuou Melo.

O embaixador, por sua vez, defendeu o desenvolvimento das relações de comércio junto ao Estado no intuito de criar um ambiente comercial favorável entre o Brasil e o Paquistão. “A economia do Amazonas está se tornando cada vez mais forte devido às suas variadas atividades, o que nos motivou a vir aqui e explorar todas as possibilidades de cooperação conjunta”, afirmou Alamgir.

Melo explanou sobre as políticas públicas implementadas pelo Governo do Estado que aliam questões ambientais à geração de emprego e renda, a exemplo do Pólo Industrial de Manaus (PIM). Ele também observou que o Amazonas pretende, nos próximos anos, se tornar o maior produtor de peixes de água doce do país. “Esta meta é capaz de resultar uma grande relação comercial com o Paquistão”, avaliou, ao citar o plano de manejo florestal do Amazonas como outro fator de significativa importância para uma futura parceria.

Hoje, o embaixador paquistanês tem encontro marcado com a titular da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), Flávia Grosso, a fim de conhecer mais a respeito de investimentos e ingresso de novas empresas no modelo, bem como sobre a exportação e importação de produtos.

“Estamos muito interessados pela Zona Franca porque também temos um modelo de características semelhantes, denominado Zona de Exportação”, completou.

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